Título Original: Les Fabulaux Destin D`Amélie Poulain
Diretor: Jean-Pierre Jeunet
Atores: Audrey Tatou, Mathieu Kassovitz
Ano: 2001
País: França
Amelie Poulin foi uma explosão. Uma explosão de alegria que encantou as pessoas por todo canto. Os filmes de Jeunet, assim como os do Tim Burton, são fábulas escancaradas e bem assumidas. Mas entre todas elas, esta é a mais completa e bem resolvida. As milhares de referências e detalhes criam uma grande riqueza de um mundo a parte, o que as outras fábulas não tem a capacidade de alcançar.
Mas como e por que Amelie é tão diferente?
A narrativa de Amelie vem de um conglomerado de informações. Alguns foram até entrevistar o Jorge Furtado para saber se era plágio de Ilha das Flores, o famoso curta brasileiro. Com certeza roubaram um pouco dali. Mas são tantas as fontes e é tão discarada a multiplicidade de fontes que seria injusto diminuir o filme a isso. Amelie quer ajudar a todos, fala sobre os pequenos detalhes da vida, sobre os pequenos prazeres, sobre os pequenos relacionamentos. Alguns são apaixonados pela história do anão viajante, outros pela coletânea de fotos três por quatro, outros adoram a cena em que se testam os ditados populares e por aí vai. Eu, particularmente, gosto das pequenas reflexões, do tipo "quantos casais estão tendo orgasmo neste instante?"
Tecnicamente perfeito. Plasticamente encantador. Musicalmente preciso. Como diria um amigo meu, José Silvério: "um filme para encantar ao mais frio espectador, alex miller!"
A narrativa de Amelie vem de um conglomerado de informações. Alguns foram até entrevistar o Jorge Furtado para saber se era plágio de Ilha das Flores, o famoso curta brasileiro. Com certeza roubaram um pouco dali. Mas são tantas as fontes e é tão discarada a multiplicidade de fontes que seria injusto diminuir o filme a isso. Amelie quer ajudar a todos, fala sobre os pequenos detalhes da vida, sobre os pequenos prazeres, sobre os pequenos relacionamentos. Alguns são apaixonados pela história do anão viajante, outros pela coletânea de fotos três por quatro, outros adoram a cena em que se testam os ditados populares e por aí vai. Eu, particularmente, gosto das pequenas reflexões, do tipo "quantos casais estão tendo orgasmo neste instante?"
Tecnicamente perfeito. Plasticamente encantador. Musicalmente preciso. Como diria um amigo meu, José Silvério: "um filme para encantar ao mais frio espectador, alex miller!"
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Próxima semana:
Liberdade, Igualdade e
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